
Mais uma vez, você
Mas uma vez, eu
No lugar certo,
Na hora certa,
A pessoa errada, Você.
Não és interessante,
Não és inteligente
Nem ao menos engraçado.
És um estorvo, um parasita
Uma sombra, daquilo que instintivamente rejeito,
E do que espero nunca ser.
Tenta nos chamar a atenção com seus planinhos,
Finjindo ser o boa praça dos amigos.
Suga toda sua energia, ilude,
Com seu sentimento barato.
E o que não perdoo, faz sofrer,
Mesmo que não perceba isso dentro de seu mundinho egoísta,
faz.
Óh, como odeio.
Odeio mais ainda fingir que te suporto.
Fico ao seu lado pelos outros,
Não me imaginaria fazendo algo por ti.
Sua presença me enfurece.
Como és tolo a não perceber a ironia de uma pessoa,
não-irônica?
Não me conheces bem. Não me conhecerás.
Não quero te conhecer, continue onde está.
Não sei, não confunda esse ser com a pessoa que amo.
Pois com certeza, é você a quem odeio.
Ódio.
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